Secretaria de Educação - Igrejinha/RS - Educação Infantil

Secretaria de Educação - Igrejinha/RS - Educação Infantil

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Qualificação por etapas: “Saber ver é sentir o que se olha...”

   A qualificação por etapas do mês de junho aconteceu respectivamente no  dia 06  para a Etapa Creche e no dia 16 para os Professores da Etapa Pré-escolar, na sala de Reuniões da SME, com o Tema: Saber ver é sentir o que se olha...
          Nestes dias tivemos a presença do Secretário de Educação Sr. Luis Carlos Trombetta que parabenizou os professores pela produção e exposição de materiais pedagógicos utilizados nas práticas nas Escolas de Educação Infantil e abriu espaço para diálogo com os grupos que puderam colocar suas opiniões e sugestões sobre os diversos assuntos que contemplam os fazeres da Educação Infantil, além de questionarem aspectos de ordem administrativa que permeiam suas suas funções.
      A introdução do tema  “Saber ver é sentir o que se olha...” foi com o Vídeo Pedagogia do Olhar, com pensamentos de Rubem Alves, construído pela SME com fotos das escolas, fazendo reflexões sobre “os olhares” na Educação Infantil. Sendo que a leitura do texto deu-se através da poética do olhar dos professores. 



            Após, observamos algumas imagens sobre Ilusão de ótica, fizemos relações com o que acontece na escola, pois muitas vezes não conseguimos ver a situação como um todo e através dos exemplos pudemos perceber que com atenção podemos "ver" algumas coisas que não estão explícitas logo no primeiro "olhar" e que com as crianças pequenas isso acontece constantemente, pois elas aprendem, se desenvolvem e demonstram seus conhecimentos de formas próprias, expressando-se e comunicando-se de diversas maneiras que devem ser interpretadas pelos professores.

Uma das imagens utilizadas:


Conversamos sobre a diferença entre ver e olhar, pois "olhar" quer dizer: fixar os olhos em...dirigir a vista e "ver" quer dizer: perceber pela vista, ver com os olhos do espírito, ver com o pensamento, ver com a imaginação.
Cada pessoa tem uma visão subjetiva do mundo, daquilo que a rodeia, de acordo com a sua cultura, a sua educação, identidade, estado de espírito…e também alguns pré conceitos que a sociedade traz enraizada.
Como pudemos constatar, os verbos olhar e ver, apesar de semelhantes, têm significados distintos. Assim, podemos estar olhando, sem, no entanto, conseguirmos realmente ver e com essas reflexões pudemos fazer muitas relações com o cotidiano das escolas, pensando nas crianças, nas famílias, nos colegas, etc.


Observamos imagens de "olhares" de crianças, algumas famosas, algumas desconhecidas e algumas que já não estão mais entre nós, pensando sobre como foi ou é a vida de cada uma dessas pessoas e que a forma como elas foram ou são "vistas" pode mudar a sua vida e seu futuro.

Dois dos exemplos que utilizamos:




O exemplo de Adolf Hitler nos mostra o contexto que ele viveu e cresceu e que talvez ele não tenha sido "visto" na sua infância e o Pelé é um exemplo legal, pois ele se tornou um craque no futebol por incentivo de um professor e isso mostra que ele "visto" por alguém e que nós também temos muitas crianças com grandes potenciais, porém, muito não tem a oportunidade de ser "vistos".
Depois realizamos o jogo dos Singulares, onde apresentamos sete personagens e os com apenas algumas características físicas o grupo foi desafiado a descobrir qual a profissão os mesmos exerciam. Com esta atividade, trabalhamos a questão daquilo que culturalmente vamos agregando ou deixando agregar ao olhar ( preconceitos, estereótipos...).  
Logo, convidamos os professores a confeccionar óculos coloridos, fazendo o convite à "ver" a vida com outros olhos, mais colorida, mais bonita e com isso, mostrar a possibilidade de experimentar a possibilidade de novos olhares sempre.











Tivemos ainda a apreciação da Exposição “Olhares sobre os fazeres pedagógicos na Educação Infantil” com materiais pedagógicos construídos pelos professores para atender às necessidades das crianças. Os materiais são lindos e confeccionados com muito carinho pelos professores, pois sabemos que todos têm enorme preocupação com a aprendizagem e desenvolvimento das crianças e estão sempre "inventado" coisas novas para desenvolver suas práticas pedagógicas.

Estas são algumas fotos da exposição:





















Depois do intervalo, estudamos, dialogamos e refletimos sobre o texto “Educando o olhar da observação” de Madalena Freire, que foi enviado para as escolas com antecedência para que todos pudessem fazer a leitura e suas considerações. Utilizamos uma técnica diferente, com uma caixinha com o texto dividido em pequenas partes, onde havia também uma surpresa (doces) para quem pegasse uma parte do texto e fizesse a leitura para abrir o debate para o grupo.

 Neste momento surgiram muitas colocações significativas sobre como o professor "vê" e acompanha a aprendizagem e desenvolvimento das crianças e ainda sugestões de como podemos observar, registrar e avaliar os processos pedagógicos.

Encerramos com a avaliação da qualificação e entrega de um cartão com a música Sonho de uma flauta do Teatro Mágico.



Se

Segue a avaliação da Qualificação

Etapa creche
Nº participantes: 29





Comentários e Sugestões:
“A qualificação de hoje foi ótima, a ideia da exposição e o momento da conversa também.”
“Posso declarar que essa foi a melhor reunião realizada na etapa creche, com espaço para diálogo, exposição de materiais, espaço para troca de experiências, assim percebendo que estamos sendo vistas e valorizadas, dessa forma podemos acreditar e vislumbrar melhoras para a nossa classe. Assim como foi de grande valia a presença do secretário na nossa reunião. Com o coração aberto, muito obrigada.”
“Muito proveitosa a fala do professor Luis Trombetta.”
“As visitas da Marcela às escolas são interessantes, mas poderiam escutar as professoras, quem sabe as informações não se perderiam, já que hoje ficou entendido que as coordenadoras não estão transmitindo nossas inquietações.”
“Foi uma reunião reflexiva, democrática e transparente. O olhar deve ser direcionado tanto para as crianças por parte das educadoras como para as professoras por parte da Secretaria de Educação.”
“Parabéns!”
“Foi muito boa a temática sobre o olhar.”


Etapa Pré-escolar

Nº participantes: 22








Comentários e Sugestões:
“O diálogo foi significativo e contribuirá para o trabalho pedagógico.”
“Muito bom o tema.”
“Mais uma tarde bem aproveitada, conhecimentos adquiridos, troca de experiências e espaço para compartilhar e também desabafar inquietudes vivenciadas em nossa prática pedagógica.”
“Pedimos que a SME, Equipe e Secretário peçam para as respectivas diretoras e coordenadoras exigirem menos das professoras.”
“Bom podermos ter espaço para nos comunicarmos e sanarmos dúvidas.”
“Gostei muito, com certeza sempre temos que aprender junto com nossos alunos, ter responsabilidade e amar muito cada vez mais. Nossas tardes de qualificação passam muito rápido, pois as trocas dos grupos são muito importantes.”
“Legal a troca de ideias e compartilhamento de conhecimentos através da exposição e diálogo sobre a realidade de cada escola/turma, a importância e interesse demonstrados por parte da equipe pedagógica em relação às nossas “angústias” e fazeres.”
“É muita reclamação e pouca ação, pra mim o saber está ótimo.”
“Gostei das dinâmicas apresentadas na reunião, bem diversificadas.”
“Obrigada pela reflexão e suas sugestões.”

Mostra Pedagógica EMEI Os Baixinhos

Mostra Pedagógica EMEI Os Baixinhos


A primeira Mostra Pedagógica da EMEI Os Baixinhos ocorreu no dia 11 de junho.

Na reunião pedagógica da escola o grupo de professores e equipe diretiva discutiu sobre os projetos da escola, refletiram sobre a Mostra Pedagógica e decidiram realizar uma Mostra Mensal, sendo que a cada mês turma ficará responsável por uma exposição.

É muito legal ver que é possível inovar!!!

Ao invés de realizar a Mostra de forma trimestral, realizaremos de forma mensal para que as famílias possam prestigiar os trabalhos de seus filhos, pois esse momento é de muita satisfação e alegria para a comunidade.

Além disso, a turma responsável pela exposição será responsável também em apresentar para as outras turmas da escola aquilo que estão aprendendo em sala, de forma que aconteça uma integração entre as crianças para que todos possam aprender e vivenciar novas situações.













terça-feira, 20 de maio de 2014

Qualificação nas Etapas Creche e Pré- Escolar- A rotina a favor das ações pedagógicas na Educação Infantil

Nos dias 15 e 30 de maio, na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Educação de Igrejinha, reuniram-se respectivamente os professores que atuam nas etapas Creche e Pré- Escolar nas Escolas Infantis. A temática abordada nas qualificações foi: “A rotina a favor das ações pedagógicas na Educação Infantil. Previamente o assunto já estava sendo abordado na escola com os coordenadores pedagógicos e os professores estavam se instrumentalizando através de leituras sobre o tema. Durante a formação foi desenvolvida coletivamente uma sugestão de rotina para cada etapa da Educação Infantil, onde foram salientados os aspectos pedagógicos que devem estar intrínsecos nas praticas durante estes momentos. A relevância desta temática deu-se considerando a necessidade de qualificar as práticas pedagógicas nas Escolas de Educação Infantil de Igrejinha, por isso iniciamos nossos estudos acerca do tema rotina, pois sabemos que a organização do tempo pedagógico nas escolas de Educação Infantil apresenta uma dinâmica multifacetada, com diversas relações sociais entre as crianças e também os diferentes gostos e necessidades individuais e coletivas. Com isso, após realizarmos as ações de reflexão, pesquisa e estudos em parceria com as escolas, concluímos que a rotina deve ser planejada, porém flexível, devendo envolver o cuidado, o ensino e as especificidades imaginativas da criança, segundo o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (RCNEI): A rotina representa, também, a estrutura sobre a qual será organizado o tempo didático, ou seja, o tempo de trabalho educativo realizado com as crianças. A rotina deve envolver os cuidados, as brincadeiras e a situações de aprendizagens orientadas. (BRASIL, V.1, 1998, p.54) Sendo assim, a organização do tempo no espaço educacional está inerentemente ligada às atividades que são propostas para o seu desenvolvimento, além do suprimento das necessidades básicas da criança. O educador deve refletir sobre a construção desse planejamento, pois, de acordo com Proença (2004, p.13): A rotina estruturante é como uma âncora do dia-a-dia, capaz de estruturar o cotidiano por representar para a criança e para os professores uma fonte de segurança e de previsão do que vai acontecer. Ela norteia, organiza e orienta o grupo no espaço escolar, diminuindo a ansiedade a respeito do que é imprevisível ou desconhecido e otimizando o tempo disponível do grupo. Um dos nossos principais objetivos é levar em consideração a realidade das crianças, além do contexto sócio-histórico do educando, o educador deve atentar para as políticas educacionais, bem como para os documentos oficiais. Por isso o papel do educador é de fundamental importância, pois é ele que, a partir de uma observação crítica, poderá transcender as necessidades para a prática educativa. Quanto a isso, Cavasin (2008, p. 50) acrescenta: É importante que o profissional que atua junto às crianças observe o seu fazer pedagógico, como ele acontece, quanto tempo dura, onde as crianças preferem ficar, o que mais as agita, e o que as deixa tranquilas, para poder, deste modo, fazer uma organização do tempo. Esse conhecimento é fundamental, caso contrário corre-se o risco de ter uma rotina sem nenhum significado e muitas vezes até autoritária, tirando a autonomia das crianças. O educador deve se estabelecer no espaço educacional como pesquisador, tendo como premissa a constante auto reflexão e autocrítica da prática promovendo, assim, uma relação intrínseca entre o discurso e a prática. Compreendendo a organização do espaço-tempo no contexto escolar como um orientador da prática; estabelecendo relações fundamentais entre o conhecimento e o aluno; promovendo a articulação entre atividade, espaço e tempo. Além disso, deve haver uma reflexão sobre as atividades de diversas formas, fazendo uma leitura do grupo a partir da realidade do contexto sociocultural em que este se insere, propondo a construção da identidade do aluno, bem como o desenvolvimento da autonomia. Com a formação objetivamos:
 -Proporcionar o desenvolvimento integral das crianças que estão inseridas no espaço escolar da Educação Infantil da rede de Igrejinha possibilitando a formação de indivíduos atuantes na sociedade e crianças cada vez mais independentes, com confiança em suas capacidades, descobrindo e conhecendo progressivamente seu próprio corpo, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar, estabelecendo vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua autoestima e ampliando gradativamente sua comunicação, interação e relações sociais, respeitando a diversidade e atitudes de ajuda e colaboração; 
-Promover momentos de aprendizagem significativos para que as crianças possam brincar, expressar suas emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades, utilizando as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) de forma a compreender e ser compreendido e avançar no seu processo de construção de conceitos enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva.
Seguem alguns registros:






Abaixo as planilhas com a avaliação dos participantes da formação

Etapa Creche







Etapa Pré- Escolar




Etapa Creche
31 participantes
Comentários e sugestões:
“Encontros como esses são de uma importância muito grande, pois ajudam na prática do nosso dia a dia, que venham os próximos...”
“Foi muito bom poder conhecer as realidades das outras escolas e poder trocar ideias.”
“As mudanças são necessárias, mas precisamos de tempo para amadurecer, isto é um processo de construção, acho que tudo vem a acrescentar, mas precisamos construir juntos e com tempo.”
“Muito boa a iniciativa, a educação infantil merecia ser olhada com este cuidado.”
“É uma maneira nova de se trabalhar a rotina, por um lado é bom para a organização das crianças em sala assim como as professoras no dia a dia, mas pode ser organizada por semanas e talvez não precise ser tão detalhada.”
“Rever a maneira de colocar os assuntos às professoras, valorizando o trabalho já desenvolvido e reconhecendo sua prática, não apenas cobrando sem conhecer as diversas realidades do município.”
“Para mim foi muito bom, troquei de escola e estranhei muito não ter na escola nova uma rotina bem descrita.”
“Estas qualificações são muito importantes e deveriam acontecer com mais frequência, pois muitas vezes deixamos pequenos detalhes dentro da rotina escolar passar despercebidos.”
 “Esse tema deve ser mais abordado, pois algumas coisas teriam que ser melhor explicado.”
“Cada vez que sentamos pra pensar o dia na escola acabamos percebendo o tamanho da responsabilidade e a riqueza que temos nas mãos.”
 “Deve se considerar que cada escola tem sua realidade, querer mudar tudo por que em algumas não está funcionando não é a solução.”
“Apesar de acreditar que a organização diária com base em uma rotina organizada e definida seja satisfatória e de melhor aproveitamento em sala de aula, outros fatos são desnecessários no meu ponto de vista, como professora com a minha turma. Minhas hora atividades estão sendo ficadas apenas em especificar pequenas ações que ocorrem na sala, sendo que poderia estar pesquisando, procurando atividades, histórias e recursos para desenvolver habilidades e competências em seus alunos. Volto a dizer que a definição de uma rotina detalhada favorece o “andar” de uma turma, principalmente quando a titular não está em sala, mas geralmente as educadoras estão presentes e conhecem cada horário e cada criança presente na sala. Certos objetivos são desenvolvidos diariamente, em ações que ocorrem diariamente, esses objetivos são de senso comum, que não precisam estar especificados, pois também fazem parte de uma educação desenvolvida em casa, não somente na escola.”
“Quem ganha com essas reuniões são as crianças, vim cheia de ideias pra escola.”
“Não entendi o momento como troca de experiências exatamente porque não nos foi solicitado nossas práticas, simplesmente explicaram o que queriam e assim solicitaram que fizéssemos. Isto faz parecer que não reconhecem nem mesmo compreendem as individualidades das EMEIs, uma vez que minha instituição trabalha com rotina detalhada e esta, por sua vez é funcional, eficaz e prática, pois foi pensada para nosso contexto. E apenas nos explicaram que em algumas EMEIs não funciona, não flui o trabalho, apontaram uma série de problemáticas e dificuldades, entendi muitas delas como falta de comunicação, ou até mesmo falta de preparo. Então, seria compreensivo, diagnosticar o que não funciona, aonde está o problema e trabalhar em cima disto nas instituições que não funciona a rotina.”
“O tema foi abordado de forma dinâmica, me senti feliz com a socialização e troca de experiências com coletas de outras escolas. Espero pelo próximo encontro.”
“Foi muito bom ter relembrado as nossas atribuições do dia a dia. Isso nos faz refletir de o quanto é importante cada tarefa desenvolvida.” 

Etapa Pré Escolar
19 participantes
Comentários e sugestões:
“A qualificação foi sobre diversos aspectos esclarecedores em relação a como proceder na prática de rotina na escola.”
 “A qualificação foi um momento de grande troca de aprendizagem e experiências. A proposta do trabalho em duplas nos possibilitou uma “abertura” para expressar nossas dificuldades e conquistas em sala de aula.”
“Achei bem legal a forma da reunião, conversamos muito, ouvimos sugestões e aprendemos muito.”
 “Diria que não atendeu as minhas expectativas, pois não houve uma troca de experiências, vi como algo pronto. Acredito sim, que onde a rotina não funcione seja necessário fazer um trabalho pedagógico, mas englobar um único tipo de rotina para toda a rede, as EMEIs perderiam suas peculiaridades, já que cada comunidade escolar tem seus protagonistas (crianças) com suas próprias particularidades e necessidades. Sendo assim cada escola se organiza dentro das necessidades que vão surgindo, pensando em sua maneira ideal de atendimento às crianças.”
“Sobre a rotina no primeiro momento da um medinho, mas vejo que fica bem organizado onde todos os envolvidos saibam o que cada um deve fazer. Acho bem positivo as trocas de experiências nos grupos de qualificações. Eu gostei, sempre é um aprendizado.”
 “A gente sempre foi cobrada de fazer mas nunca ninguém tinha feito junto pra mostrar como era pra ser feito. Desta vez fizemos junto e isso foi diferente. Ótimo!”
 “Eu gostei muito da qualificação, acho importante estas atividades em grupo, pois é possível ver a visão das outras escolas. Foi muito produtiva a qualificação.”
“Gostaria de sugerir o tema sexualidade (a criança se reconhecer como menino ou menina).”

Dia do Pedagogo


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Reunião de Coordenadores

Pauta:
- Retorno do Portfólio das Coordenadoras- Sandra Gomes;
- Introdução da temática que será abordada com os professores nas reuniões por etapa de junho " Avaliação: Processo contínuo- Registro Sistemático;
- Estudo sobre a escrita de relatos descritivos qualitativos;
- Grupo de Estudo e aprofundamento teórico: Perfil do Coordenador Pedagógico na Educação Infantil.
Estamos aguardando todas com muito carinho e o constante desejo de podermos qualificar cada vez mais nossos fazeres e a nossa atuação enquanto coordenadores da Educação Infantil de nosso Município ( TODOS NÓS).   
Um afetuoso abraço e até lá!